domingo, 27 de setembro de 2009

Marley e Eu, um filme especial.


A 1ª vez em que vi este filme foi num ônibus, onde viajava pela Escola Técnica, onde faço meu curso em Segurança do Trabalho, além da turma de Química que até então eu não suportava ninguém, mas devo agradecer a eles, pois o filme era de uma menina da turma de Química. O filme foi capaz de silenciar mais de 20 pessoas, alguns com 30 anos ou mais, o importante foi que o filme tocou todas as pessoas. Ao chegar em minha cidade corri pra contar para as pessoas mais importantes pra mim, daí minha noiva me disse que havia o livro e que uma prima dela tinha.

Pesquisei e descobri um pouco da história, inclusive postei em duas postagens anteriores.

Achei o livro em minha cidade, está custando 20,00, certamente vou comprar o meu.

Acabei locando o filme novamente na locadora, vi com mais calma e confesso que novamente me emocionei, qualquer machão não deixa de derramar uma lágrima no canto do olho.

Vi o valor da família, um filme que retrata algo mais cotidiano, algo mais humano, sem nada espetacular e isso torna o filme espetacular.

"Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele."

John Grogan.

2 comentários:

Fernando disse...

Esse filme é demais cara! Parabéns pelo blog meu amigo!

Copiei para legenda de uma foto meu orkut...

"Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele."

Ricardo Lopes. disse...

Verdade Fernando, a 1ª vez que vi este filme foi numa viagem que fiz para Vitória num passeio do CEFET, cara o filme calou a todos e peguei novamente na locadora.
Agora comprei o livro.